Com contribuição da indústria farmaceutica avanços tecnológicos vacinas específicas e também diversos outros caminhos de medicinas alternativas podemos tratar com melhores resultados as doenças.Mas cabe a cada um de nós os cuidados básicos para não adoecer.A prevenção pessoal da doença é o melhor remédio p/a saúde.Cuidados com alimentação e estilo de vida saudável.Evitar vícios manter atividade física e dormir bem.Viver mais é muito bom.Viver com qualidade de vida saudável é muito melhor.
quinta-feira, 25 de janeiro de 2018
sábado, 30 de dezembro de 2017
Eu desejo: VERDADE!
Feliz 2018!
A verdade é a real força para viver mais e melhor... Longevidade feliz a todos!
Márcia Groeninga
sábado, 9 de dezembro de 2017
Convite RAS - SUS: Regional Vila Mariana
Aos colegas conselheiros,
• AE Ceci, UBS Parque Imperial, UBS Prof. Milton Santos, UBS Vila Olímpia e UBS Indianópolis.
Segue para divulgação.
Para melhorar é fundamental participar.
Considerando a importância deste encontro para resultados eficientes, eficazes e efetivos na qualidade do atendimento de saúde junto a população da Vila Mariana, conto com a presença de todos.
• 15 de dezembro 2017, Horário • 8h às 13:00h
• Rua Pedro de Toledo, 1.071 – Vila Mariana Unidades
SOMOS TODOS SUS!
Márcia Groeninga
A/c Sra. Márcia
Enc: Convite RAS
Prezada Dr.ª Célia
Ciente do informe, onde agradeço por relevante convite.
Certamente, farei o máximo, para aproveitar o momento oportuno e de grande interesse para a população Regional Vila Mariana conjuntamente a Rede SUS.
Observando: SOMOS TODOS SUS!
Márcia Groeninga
segunda-feira, 4 de dezembro de 2017
* Acessibilidade Digna
03 de Dezembro * Dia internacional da Pessoa com Deficiência Física.
Instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1992, este dia tem como objetivo a sensibilização da população geral para os desafios enfrentados por pessoas com deficiência física.
Sem acessibilidade justa não existe inclusão. A responsabilidade é de todos.
A acessibilidade começa com a conscientização de todos, tudo mais é consequência.
Sonhar para viver e viver para realizar...A palavra é "RESPEITO". Pensem nisto!
Márcia Groeninga
domingo, 26 de novembro de 2017
* Eleição Conselho Gestor AE- CECI , dia 28 de Novembro de 2017
Amigos(as)
sexta-feira, 3 de novembro de 2017
*** Posso errar?
Encaminhar como Mensagem de Natal 2017 ...
Enviado: sexta-feira, 17 de dezembro de 2010 17:20
Para: Márcia Groenninga
Assunto: RE: *** Posso errar?
Boas festas com muita alegria amor saúde e paz
e um ano novo cheio de sucessos e realizações!
Abraços!
João B. L. Moraes
---- Mensagem Original ----
From: Márcia Groenninga <personal_boaforma@hotmail.com>
To: João Baptista Lordello de Moraes <jblm@mandic.com.br>
Sent: Sex, Dezembro 17, 2010 5:03 pm
Subject: RE: *** Posso errar?
***
Olá, João!
Muito obrigada pela informação.
Boas Festas! Um 2011 melhor nas coisas que aparentemente não foram "adequadas" para você e naquelas que deram certo, uma continuidade maior, renovando suas alegrias mais e mais.
Abraços!!!
*Márcia*
Date: Fri, 17 Dec 2010 15:47:08 -0200
Subject: Re: *** Posso errar?
From: jblm@mandic.com.br
To: personal_boaforma@hotmail.com
Oi Márcia, a autora é Leila Ferreira.
Boas festas e feliz 2011!
---- Mensagem Original ----
From: Márcia Groenninga
To:
Sent: Sex, Dezembro 17, 2010 3:05 pm
Subject: *** Posso errar?
Faço minhas as palavras do texto abaixo...Desconheço a autora. E, aproveito para desejar a todos um 2011 "certo" conforme as suas necessidades e vontades, sem muitas preocupações com outras pessoas e no que a grande maioria pensa ser certo. Acredito que, se estamos agindo de acordo com a nossa consciencia, e estamos tranquilos e felizes com os resultados, então, tudo é certo e, o resto é resto e nada mais...
Abraços!!!
*Márcia*
Há pouco tempo fui obrigada a lavar meus cabelos com o xampu "errado". Foi num hotel, onde cheguei pouco antes de fazer uma palestra e, depois de ver
que tinha deixado meu xampu em casa, descobri que não havia farmácia nem shopping num raio de 10 quilômetros. A única opção era usar o dois-em-um
(xampu com efeito condicionador) do kit do hotel. Opção? Maneira de dizer. Meus cabelos, superoleosos, grudam só de ouvir a palavra "condicionador". Mas
fui em frente. Apliquei o produto cautelosamente, enxaguei, fiz a escova de praxe e... surpresa! Os cabelos ficaram soltos e brilhantes, tudo aquilo
que meus nove vidros de xampu "certo" que deixei em casa costumam prometer para nem sempre cumprir.
Foi aí que me dei conta do quanto a gente se esforça para fazer a coisa certa, comprar o produto certo, usar a roupa certa, dizer a coisa certa — e a pergunta que não quer calar é: certa pra quem? Ou: certa por quê?
O homem certo, por exemplo: existe ficção maior do que essa? Minha amiga se casou com um exemplar da espécie depois de namorá-lo sete anos. Levou um
mês para descobrir que estava com o marido errado. Ele foi "certo" até colocar a aliança. O que faz surgir outra pergunta: certo até quando? Porque o certo de hoje pode se transformar no equívoco monumental de amanhã. Ou o contrário: existem homens que chegam com aquele jeito de "nada
a ver", vão ficando e, quando você se assusta, está casada — e feliz — com um deles.
E as roupas? Quantos sábados você já passou num shopping procurando o vestido certo e os sapatos certos para aquele casamento chiquérrimo e, na
hora de sair para a festa, você se olha no espelho e tem a sensação de que está tudo errado? As vendedoras juraram que era a escolha perfeita, mas
talvez você se sentisse melhor com uma dose menor de per feição. Eu mesma já fui para várias festas me sentindo fantasiada. Estava com a roupa "certa",
mas o que eu queria mesmo era ter ficado mais parecida comigo mesma, nem que fosse para "errar".
Outro dia fui dar uma bronca numa amiga que insiste em fumar, apesar dos problemas de saúde, e ela me respondeu: "Eu sei que está errado, mas a gente
tem que fazer alguma coisa errada na vida, senão fica tudo muito sem graça. O que eu queria mesmo era trair meu marido, mas isso eu não tenho coragem.
Então eu fumo".
Sem entrar no mérito da questão — da traição ou do cigarro —, concordo que viver é, eventualmente, poder escorregar ou sair do tom. O
mundo está cheio de regras, que vão desde nosso guarda-roupa, passando por cosméticos e dietas, até o que vamos dizer na entrevista de emprego, o
vinho que devemos pedir no restaurante, o desempenho sexual que nos torna parceiros interessantes, o restaurante que está na moda, o celular que dá
status, a idade que devemos aparentar. Obedecer, ou acertar, sempre é fazer um pacto com o óbvio, renunciar ao inesperado.
O filósofo Mario Sergio Cortella conta que muitas pessoas se surpreendem quando constatam que ele não sabe dirigir e tem sempre alguém que pergunta:
"Como assim?! Você não dirige?!". Com toda a calma, ele responde: "Não, eu não dirijo. Também não boto ovo, não fabrico rádios — tem um punhado de coisas
que eu não faço".
Não temos que fazer tudo que esperam que a gente faça nem acertar sempre no que fazemos.
Como diz Sofia, agente de viagens que adora questionar regras: "Não sou obrigada a gostar de comida japonesa, nem a ter manequim 38 e, muito menos, a achar normal uma vida sem carboidratos". O certo ou o "certo" pode até ser bom. Mas às vezes merecemos aposentar régua e compasso.









